quarta-feira, 16 de março de 2011

Teus dentes, maus ares

Mais que estes dentes irregulares
Irregulares os lares sem entes
Descontente, fizeste maus ares
Pois, sentes tais ares contentes

Mais que, bateste teus dentes
Tendes a tê-los em azares
Atento a tudo e não sentes
Rogaste, teus entes, maus ares

2 comentários:

Luiz Rosa Jr. e Davi Coêlho disse...

De onde vem tuas influências poéticas?

--Davi.

Julio Alcântara disse...

Boa pergunta. Minhas influências vêem da minha própria vivência e do meu cotidiano elétrico.Quanto ao formato e a métrica, há muita coisa que me inspira.