segunda-feira, 7 de março de 2011

Panacéia

Fundemos erros à tal afeição
Um ano e, gazeamos a esmo
Pois não vejo e eu não cismo
Avultados à alheia perdição

Acabado numa chula comédia
O sonhar que, tanto dantesco
A morte já não nos era o risco
Vibrava o sol que não acendia

Panacéia – oh,tome-a por ti
Reembolsarei os dias fugidos
E se achas que foram mentidos
Panacéia – à dor que rebati

6 comentários:

H A R R Y G O A Z disse...

Beautiful blog!!! Following.

Julio Alcântara disse...

Oh,thank you,man! Im watching your blog...

Luiz Rosa Jr. e Davi Coêlho disse...

Eu vou ser bem sincero. Quando leio teus poemas, fico confuso na primeira lida. É preciso re-ler umas duas vezes, e ainda assim, não capto a menssagem por inteiro. É como se uma certa impressão fosse marcada em mim pelo poema, mas do qual eu não posso ser muito especifico. É quase como ler um poema Simbolista para mim.
Gostei desse aqui, especialmente a última estrofe. Tem um certo tom cômico, de ironia ou sarcasmo. A impressão que esse poema deixou em mim, é como se estivesse chamando alguem para a perdição, e depois que o estrago foi feito na vida da pessoa a qual foi levada a perdição, vc desse a ela/ele uma desculpa qualquer pelo tempo perdido. Não sei se essa é a menssagem do poema, ou se se quer cheguei perto da interpretaçaõ correta. Mas é o que passou para mim.

--Davi Coêlho.

Julio Alcântara disse...

Fico lisongeado com esses elogios,aliás,de poetas de refinado gosto e estilo. Bom,a interpretação está correta em certo ponto. O ponto que não está,eu não sei explicar...hehehe

Adriano disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tania Mara disse...

Beautiful! You can.
Loved.