quinta-feira, 3 de junho de 2010

No vale que o sul troveja

Tão longe e reles qual um infante
Sem pátria, sob os astros do sul
Que fulminam ao meu semblante
E sobre o imenso manto azul

O sol se vai sem minhas lamurias
E um bafo quente as predomina
Quando tremulam mais injurias
Tua imagem veste minha retina

Ôh amor, te vejo às constelações
Mas também n´amarga cerveja
Pequena Alemanha de construções
E nesse vale que o sul troveja

Um comentário:

Yara Izis disse...

Você deveria fazer um livro de poesias, pois tu escreve muito bem.

Beijo!