segunda-feira, 1 de março de 2010

A ressaca!

Após flagrar-me num sonho cego
Que a vida era imensa roubada
A fé vadia ao meu velho apego
C´os olhos em flerte ao nada
A ressaca veio em desassossego
Num negrume da madrugada

Agora, deparado á fronte de anos
Murmurando promessa absurda
Que desfazem doces enganos
Sugando vis lágrimas mudas
D´uma noite de choros findamos
Essa vida sem mais ajudas

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