domingo, 3 de maio de 2009

Profanações à Psiquê

Hoje profano à ti, ó Psiquê

Pois foste cruel e tão imprudente

A mim, que não sei porque

Roguei-te desejos,fui confiante


Eis que,vis sonhos tombam

Por entre noites que agonizam

Os anjos mais puros zombam...

Minha paixão...ô,satirizam


Só passo o tempo a lamentar,

Profanar e maldizer tua intenção

Amargamente mentia ao falar

Que a mim era certo tal coração


E ela...ah, qual culpa a cabe?

Se nenhuma nobreza prometeu

A harmonia que havia, ela sabe

Que hoje no seio louco adormeceu


Mas hoje...sim,somente hoje

Pretendo desvairar minha mente

Da sua memória manter-me longe

E da dor que minha´lma sente

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