quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Um nome oculto

És a febre que lateja entre nós
Enquanto o nosso tempo demora
Posso dissecar-lhe a alma, atroz
Prometo ser mais prudente agora

A ti ... reproduzi um bom verso
P´ra fremir teu sorriso brisante
Na doce armadilha caí tão imerso
Mas deixei-te o peito palpitante

Fantasias que,caminhando arquejo
Bafejando vis reflexos de chope
No chão ,lapidando um desejo
Beijar-te os pés,ô minha Caliope

Inerme, em transe sonso, a babar
A palavra qu´em meu peito acaba
Nesses versos, um grito ocultara
Teu belo nome à sombra se afoba

Um comentário:

By SuperCI disse...

Julinho, não vai escrever mais não? =p

haha

Eu to começando um blog tb.
Vou fazer tirinhas e escrever pequenos contos.

Assim que tiver alguma coisa vou pedir para você avaliar ok?

Se cuida gatinho!