quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Um nome oculto

És a febre que lateja entre nós
Enquanto o nosso tempo demora
Posso dissecar-lhe a alma, atroz
Prometo ser mais prudente agora

A ti ... reproduzi um bom verso
P´ra fremir teu sorriso brisante
Na doce armadilha caí tão imerso
Mas deixei-te o peito palpitante

Fantasias que,caminhando arquejo
Bafejando vis reflexos de chope
No chão ,lapidando um desejo
Beijar-te os pés,ô minha Caliope

Inerme, em transe sonso, a babar
A palavra qu´em meu peito acaba
Nesses versos, um grito ocultara
Teu belo nome à sombra se afoba

As caminhadas imagivas

Que chovam confetes de aço sobre nós
Ou meras toneladas de granizos doces
Nas vastas poças de óleo de malte e nóz
Hajam orquídeas nesse inverno precoce

À torrente dos sentidos desvairados
- vil tormenta de desejos incabíveis
Nossa corrente de beijinhos e pecados
Consome em chamas de fogos invisíveis

Quando no céu, eu tocar as imagens
Dos heróis raros, seus bravos espíritos
Oh,jardim de frutas ácidas e selvagens
Proporcione-me teus heroímos infinitos